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Viagem sozinha e alimentação

Continuo na batalha dos concursos públicos e neste último final de semana precisei passar por uma experiência nova: viajar sozinha para uma cidade que eu não conheço pra fazer prova. E sem ninguém conhecido pra me ajudar caso eu precisasse, a princípio.
Como sou perfeccionista de um jeito nada positivo, passei a semana fazendo listas de tudo o que precisava ser feito. Reservei o hotel desde a Semana Santa, comprei as passagens com quase 1 semana de antecedência, procurei no GPS as distâncias, tentei calcular quanto gastaria de alimentação e de táxis...
Na minha primeira noite, fui ao restaurante do hotel pra jantar. Sentei-me sozinha e fui olhar o cardápio. A maioria dos pratos era de carnes na chapa e afins, e mesmo que eu pedisse só metade daqui ainda seria muito pra mim. Continuei olhando até que encontrei: canja. Achei cara (R$22) mas era o que tinha que eu conseguiria sem desperdícios então eu pedi. Pelo menos foi o que eu pensei. Quando o prato chegou, era nada mais que uma SOPEIRA. Sim. Passei 40 minutos pra conseguir tomar um prato fundo de canja e ainda sobrou o suficiente pra mais 4 iguais. Pedi pra embalar o resto, levei pro quarto, mas não consegui comer mais. Resultado: de um jantar de R$27 (canja + suco + 10%) eu não desfrutei nem a metade.
Moral da história: se você tem o estômago reduzido e nunca comeu naquele restaurante ou lanchonete, sempre pergunte o tamanho do prato que quer pedir. Procurei dar preferência aos que são self-service, porque as chances de errar diminuem bastante. Parece bobagem, mas o estrago de dinheiro e comida podem ser enormes. Ainda procurei ao redor se teria algum sem teto ou cachorro pra dar aquela quentinha e não encontrei. Dói no bolso e dói por ver aquele estrago imenso, que poderia alimentar bem mais duas pessoas, enquanto outras estão passando fome.

Beijos!

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