segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Receita: Iscas de peixe empanadas

Estive há poucos dias na praia e enfiei mesmo o pé na jaca. O resultado foi nada menos que +4kg na balança e todas as roupas apertando. O principal culpado: as iscas de peixe do hotel. Daquelas deliciosas - e pingando de óleo. Hoje deu saudade e resolvi adaptar pra algo menos engordativo, mas ainda gostoso. Cortei como iscas, empanei na farinha de rosca integral e assei na frigideira antiaderente com um pouquinho de azeite. Se brincar, ficou ainda mais gostoso. E como há semanas não venho compartilhar nada com vocês de receitas, aqui está:


Ingredientes:

- Meia bandeja de filé de dourada (mas pode ser qualquer filé que vocês queiram);
- 1 limão;
- Sal;
- Pimenta do reino;
- Ovo;
- Farinha de rosca integral;
- Azeite;

[Quem não achar a farinha de rosca já prontinha pra vender, pode preparar em casa. Tosta as fatias do pão integral (e quem quiser fazer com pão sem glúten eu acho que também dá certo) no forno e bate no liquidificador até virar pó.]

Preparo:


Corte o filé em pedaços pequenos, de mais ou menos 2cmx2cm. Não deve ficar muito grande senão ele não vai assar direito por dentro. Tempere com sal, pimenta e limão e separe.


Bata o ovo com um garfo até misturar bem a clara e a gema. Eu usei dois, mas achei que foi muito.
Em outro recipiente, misture a farinha de rosca com um pouco de sal.
Agora, passe os pedaços do peixe no ovo e depois na farinha de rosca, tirando o excesso. 


Depois de fazer isso com todos os pedaços, esquente uma frigideira antiaderente com um pouco de azeite (quem quiser e puder usar óleo de coco, ainda melhor) e coloque os pedaços de peixe já empanados. Lembre-se de deixar a panela bem quente, pra evitar que o peixe cozinhe ao invés de assar. Deixe o espaço de 2 dedos entre elas.


 Aí é só esperar dourar bem dos dois lados e pronto. O limão já vai ter dado início ao cozimento das iscas e ele fica bem macio por dentro.
De acompanhamento, coloquei só limão. Pra mim, é melhor que qualquer molho.




E bom apetite!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Post de desabafo.

Há cerca de dois meses minhas aulas recomeçaram. E bem na véspera meu Tobby, companheiro desde meus 13 anos, morreu. Ele era cardiopata e estava com edema pulmonar.

Sempre fui apaixonada por cães, e ele me acompanhava desde a pré-adolescência. Passou comigo pelas piores fases - do hirsutismo, da obesidade, da depressão. Era o anjinho que me alegrava e me dava carinho quando eu não estava bem. Meu melhor amigo.

Muita gente acha bobagem se apegar tanto a animais. Mas nos meus momentos de solidão, quando eu achava que ninguém mais me entenderia, ele estava ali. Pra deitar aos meus pés, pra fazer uma graça, pra me lamber. Pra me fazer companhia.
É dolorido perder um amigo. Não importa se humano ou de 4 patas. Quando você se acostuma a ter aquela companhia diária do acordar ao dormir, 7 dias por semana, pela metade da sua vida, seus hábitos ficam entrelaçados. Levantar com cuidado pra não pisá-lo não tem mais sentido, mas por vezes eu ainda o faço. O instinto de querer mandar alguém fechar a porta da sala rápido pra ele não fugir ainda é forte. Estacionar o carro na varanda e esperar que ele ponha o focinho pela brecha como sempre fazia dói. Dói porque ele nunca mais vai fazê-lo.
É como se um pedaço dos meus hábitos tivesse sido tomada de mim. Daqui a dois dias completam-se dois meses sem ele mas ainda dói tanto quanto quando mainha me acordou pra dizer que tinham ligado da clínica veterinária pra dar a notícia. O último afago.

Desde então, apesar das aulas na universidade terem sido um bálsamo pra me distrair dessa falta, eu acabei voltando à relação emocional com a comida. Voltei ao açúcar, deixei de fazer as caminhadas e corridas, voltei a ter as dores nas costas ligadas ao estresse...

Preciso retomar tudo. Eu sei. Eu sei também que muita gente dirá que preciso seguir em frente e cuidar de mim. Só não é tão fácil me sentindo tão saudosa e incompleta. Ainda estou tentando me recuperar, mas as lágrimas rolam ao pensar e falar nele. Rolam nesse momento. 

Espero que em algum momento essa tristeza pela ausência dele diminua. Enquanto isso, vou tentando.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Receita: Bolinho de queijo de ricota com orégano

TPM é um problema pra qualquer dieta e educação saudável. A minha hoje gritou por pão de queijo, então procurei no Instagram por receitas que fossem mais saudáveis. Para que ficasse com o formato típico de bolinhas, todas as que eu encontrei envolviam batata doce ou inhame na massa. Recorri às receitas da Bela Gil, do Programa Bela Cozinha - GNT. Como eu não tinha a peça de parmesão pra ralar e nem queijo minas curado, fiz minha adaptação da receita e ficou uma delícia. 


Ficou assim:




Ingredientes:



1 xícara de polvilho azedo
½ copo de queijo parmesão ralado (usei o industrializado)
2/3 de copo de ricota 
1 ovo caipira
3 colheres de sopa de água
3 colheres de sopa de azeite
1/2 colher de café de sal
1 colher de café de orégano


Modo de preparo:


Misturei o polvilho e os queijos no processador. Em seguida o ovo e bati mais um pouco. Depois a água, o azeite, o sal e o orégano.

O processador faz aquele trabalho agradabilíssimo de misturar tudo sem ficar com as unhas cheias de massa.
Untei uma forma com um fiozinho de azeite, fiz as bolinhas e coloquei pra assar por 16 minutos. O meu forno é meio desregulado, assa tudo muito rápido, e o tempo pode variar. Estará pronto quando virar o pão de queijo e ele estiver com o fundinho dourado.

Obs.: Deixei o forno pré-aquecendo a 200°C enquanto enrolava as bolinhas.

Não gastei nem 30 minutos fazendo tudo, é super fácil. A minha receita deu 20 unidades pequenas.
Quem não quiser fazer tantas, creio que dá pra congelar a massa (já moldada) e evitar desperdícios.


P.S.: é um pouco mais saudável por usar azeite e ricota, mas sem abusos, principalmente se você fez redução de estômago também e sofre de dumpings. O polvilho pode causar aquela hipoglicemia depois. 



A receita original está aqui.


Quem testar a receita me diz o que achou!

E pra quem quiser receber as atualizações das receitas nos feeds do Facebook é só curtir a minha página Pra Ficar Gostosa.

Beijos e bom apetite!

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Quem é vivo...


Na última terça eu fui pela primeira vez à reunião dos pacientes do dr. Gustavo. E me arrependi de não ter ido antes, nesses mais de 3 anos e meio de operada.
A paciente mais antiga era eu, e fui justo o exemplo daqueles que se desleixam e voltam a ganhar peso. Mas já voltei a tomar jeito. No pós-Copa voltei a caminhar na companhia do namorado, na falta de um emprego pra bancar academia agora, e já estamos fazendo mais de 5km. E começando a correr. São os 300m mais cansativos que já percorri e, ao mesmo tempo, que mais me deram satisfação. Porque eu termino com os pulmões em brasa, mas cada passada a mais que consigo completar é uma luta contra mim mesma que eu venço.

Na reunião, conheci um rapaz que fez há 2 anos e perdeu 70kg. Hoje ele corre 10km todo dia, corre maratonas. E eu fiquei tão empolgada que quero isso pra mim também. Quero largar a preguiça, ser proativa, lutar todos os dias por uma vida mais saudável.

Larguei o açúcar, mas dei algumas escorregadas. A pior de todas foi no aniversário de mainha, num rodízio de pizza, em que eu fiquei tão mal que cheguei em casa com a glicemia em 44. Pra nunca mais! Tenho fugido do açúcar e dos carboidratos simples como o diabo foge da cruz. E aconselho a quem fez a cirurgia há pouco tempo ou ainda vai fazer: não caia novamente no mundo sombrio dos doces e carboidratos simples. As crises de hipoglicemia não são desse mundo, além dos quilos que você vai encontrar pelo caminho conforme o tempo passar.

E creio que em breve as coisas melhorem ainda mais. Agora em agosto minhas aulas começam. Jornalismo, pela terceira vez. E eu terei com o quê ocupar a mente, terei uma biblioteca pra me ajudar a me focar nos estudos, não em comida e na minha cama. A Universidade tem um campo, então posso levar a mochila com o que precisar pra fazer minhas caminhadas lá. Serão menos desculpas para não cumprir meus objetivos, bem menos. E pela primeira vez em muito tempo eu estou realmente animada e com esperanças de algo concreto a curto prazo. 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Receitas gostosas para ficar gostosa: Cuca integral de banana

Há uma semana voltei pra reeducação alimentar, com direito a aplicativo pra registro de alimentos e contagem de caloria, e no final de semana bateu aquela compulsão por bolo de chocolate com tudo de chocolate dentro e fora e ainda um granulado pra enfeitar. Mas o anjinho da saúde fez um acordo com o diabinho da gordice na minha cabeça e resolvi fazer um meio termo: bolo integral de banana. Não é muito light, porque leva açúcar, mas é uma versão mais saudável e nutritiva que o bolo comum. Se é pra engordar, que pelo menos seja algo com um valor nutricional maior, né?

Então eu adaptei uma receita de bolo simples e fui testando. Ficou assim:


Massa:
- 1 xícara de açúcar mascavo
- 1 xícara de açúcar demerara
- 1 xícara de adoçante culinário (tentei reduzir um pouco das calorias sem interferir muito na textura da massa)
- 200g de manteiga
- 5 ovos
- 2,5 xícaras de farinha de trigo integral
-²/³ de xícara de farinha de trigo branca
- aproximadamente 1,5 copo de leite desnatado
- 1 colher de sopa de fermento
- 15 castanhas-do-pará trituradas
- 3 bananas prata
- 12 cravos da índia
- ¹/ ² colher de canela em pó

Cobertura:
- 1 colher de manteiga
- ¹/² xícara de açúcar mascavo
- 5 bananas prata

Preparo:

Primeiro misture os 2 tipos de açúcar e o adoçante com a manteiga (prefiro a manteiga por ser um pouco mais saudável que a margarina). Depois acrescente os ovos, misturando um a um, e em seguida - aos poucos - a farinha de trigo e o fermento. Não uso toda a farinha de trigo integral porque o bolo acaba ficando muito pesado, a farinha branca é só pra ajudar a deixar mais leve. Depois coloquei cerca de 1 copo e meio de leite desnatado, que eu deixei por cerca de meia hora com os cravinhos dentro, só pra pegar o gosto e depois coei e joguei fora. A quantidade de leite pode variar de uma receita pra outra. O importante é que a massa fique maleável, mas não muito líquida.
Depois da massa pronta, amasse as 3 bananas com um garfo e misture com a massa. E, por último, as castanhas trituradas e a canela. Quem não tiver um processador pode quebrar no pilão, mesmo.
Unte a forma com margarina e farinha integral e coloque a massa.

Ligue o forno pra pré-aquecer a uns 200°.

Corte as 5 bananas na horizontal. Se elas forem mais gordinhas, pode dividir em 3 pedaços, na horizontal também. Coloque sobre a massa.
Misture com a mão a manteiga e o açúcar mascavo, fazendo uma espécie de farofa, e coloque por cima das bananas.
Aqui, um cuidado: não deixe essa farofa encostar nas laterais da forma porque queima muito rápido e o gosto não fica nada agradável.

Leve ao forno já pré-aquecido com um papel alumínio tampando o bolo por cerca de 40 minutos. Isso vai ajudar a assar a massa sem queimar a cobertura. Após esse tempo, retire o papel alumínio e deixe por mais uns 15 minutos. Isso vai variar de um forno pra outro, o importante dessa parte é espetar a massa com uma faca/palito/garfo e sair limpo.


Não faço ideia de quantas calorias tem cada fatia, mas ficou muito gostoso e enche super rápido. Quem não gosta de bolo muito doce pode diminuir em ¹/² xícara o açúcar mascavo da massa.


Quem testar me diz o que achou. ;)

E bom apetite!


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Acompanhamento da bariátrica

Ontem eu finalmente retornei ao gastro. Já estava com quase 2 anos desde a minha última consulta. Fui preparada para as broncas, todas merecidas.
Depois dele conversar com a minha irmã mais nova, que decidiu seguir pelo mesmo caminho e fazer redução de estômago também, foi a minha vez. Levei puxão de orelha por nunca mais ter aparecido lá, e por ter chegado ao mínimo de 61kg e ontem estar com 74,5kg. Eu merecia ficar sem as duas orelhas.
Ao conversar sobre as causas, eu disse que há 1 ano e meio ando com picos de ansiedade, desde o meu TCC, e que acabo descontando tudo nos doces, além de estar sedentária. Ele me perguntou se estou fazendo acompanhamento psicológico e eu disse que comecei a fazer no ano passado, não gostei muito da psicóloga (achei que a evolução estava devagar demais), deixei e nunca procurei outro profissional. A conversa foi desenrolando, ele me fez mais algumas perguntas e chegou à conclusão que não é uma simples ansiedade. Que eu estou com depressão, e me pediu pra procurar um psiquiatra.
Ele me passou a requisição da bateria de exames e me pediu comprometimento sobre algumas coisas:

1) Procurar um psiquiatra pra tratar a depressão, que é um sabotador imenso para a minha saúde, a minha alimentação e a prática de atividades físicas, já que tenho preferido ficar na cama o dia todo a fazer qualquer outra coisa;

2) Dormir e acordar cedo;

3) Parar de beliscar o dia todo;

4) Cortar essa quantidade enorme de açúcares que tenho comido por ansiedade;

5) Fazer atividades físicas;

6) Participar das reuniões mensais de pacientes bariátricos dele.

Já estou pesquisando psiquiatras bons aqui em Teresina e levando em consideração quanto cobram por sessão, já que eu não tenho mais plano de saúde para consultas e pago tudo integralmente. Enquanto isso, para o resto estou me esforçando pra seguir.
Ele também propôs que fizéssemos consultas mensais, para que eu trabalhasse com metas curtas e me estimulasse mais a continuar na linha. Nesse ponto, os encontros podem ser muito úteis, já que lidarei com pessoas que passaram ou passarão pelo mesmo que eu e, segundo o médico, cria uma competição positiva pra eliminar os quilos que faltam e praticar atividades físicas regularmente.

Embora ontem tenha sido apenas o primeiro passo, senti um grande alívio. Dizem que o primeiro passo para resolver um problema é admitir que você tem um problema. E depois procurar ajuda. Ambos já foram feitos, e tenho pessoas adoráveis me apoiando para que eu não desista no meio do caminho.
Espero poder voltar daqui a um tempo me sentindo muito melhor, mais saudável e confiante, e trazer notícias muito boas.

Beijos!

Viagem sozinha e alimentação

Continuo na batalha dos concursos públicos e neste último final de semana precisei passar por uma experiência nova: viajar sozinha para uma cidade que eu não conheço pra fazer prova. E sem ninguém conhecido pra me ajudar caso eu precisasse, a princípio.
Como sou perfeccionista de um jeito nada positivo, passei a semana fazendo listas de tudo o que precisava ser feito. Reservei o hotel desde a Semana Santa, comprei as passagens com quase 1 semana de antecedência, procurei no GPS as distâncias, tentei calcular quanto gastaria de alimentação e de táxis...
Na minha primeira noite, fui ao restaurante do hotel pra jantar. Sentei-me sozinha e fui olhar o cardápio. A maioria dos pratos era de carnes na chapa e afins, e mesmo que eu pedisse só metade daqui ainda seria muito pra mim. Continuei olhando até que encontrei: canja. Achei cara (R$22) mas era o que tinha que eu conseguiria sem desperdícios então eu pedi. Pelo menos foi o que eu pensei. Quando o prato chegou, era nada mais que uma SOPEIRA. Sim. Passei 40 minutos pra conseguir tomar um prato fundo de canja e ainda sobrou o suficiente pra mais 4 iguais. Pedi pra embalar o resto, levei pro quarto, mas não consegui comer mais. Resultado: de um jantar de R$27 (canja + suco + 10%) eu não desfrutei nem a metade.
Moral da história: se você tem o estômago reduzido e nunca comeu naquele restaurante ou lanchonete, sempre pergunte o tamanho do prato que quer pedir. Procurei dar preferência aos que são self-service, porque as chances de errar diminuem bastante. Parece bobagem, mas o estrago de dinheiro e comida podem ser enormes. Ainda procurei ao redor se teria algum sem teto ou cachorro pra dar aquela quentinha e não encontrei. Dói no bolso e dói por ver aquele estrago imenso, que poderia alimentar bem mais duas pessoas, enquanto outras estão passando fome.

Beijos!

quarta-feira, 19 de março de 2014

Hirsutismo e acompanhamento.


De novembro pra cá tenho feito as sessões de laser em outra clínica (a ponteira da anterior quebrou e dois meses depois ainda não tinha voltado). O laser é o mesmo (Soprano), mas a aplicação é diferente: por varredura. E isso fez uma diferença incrível para suportar o incômodo.
Hoje foi a minha quarta sessão nessa nova clínica, e me explicaram que as aplicações foram iniciadas com a varredura em uma área maior e intensidade 9, e foi intensificando aos poucos. Hoje foi feita na metade da área anterior e com intensidade de 12 joules. Foi bem mais incômodo, mas nada comparado a quando eu fazia com o Light Sheer, do qual eu saía literalmente com lágrimas nos olhos.

Com o Light a diferença veio mais rápido, é verdade, mas eu tenho preferido algo mais gradativo porém que eu consiga aguentar, pra não acabar desistindo. Apesar disso, a depilação já passou de 2 vezes ao dia para apenas 1, e os pelos estão bem mais falhos.
Mesmo sendo uma facada no ego, decidi fotografar meu rosto essa manhã com quase 1 semana sem depilar para mostrar pra vocês:



E após a sessão:


É feita uma raspagem dos pelos a seco antes da aplicação. Um gel (super frio) é passado na área da aplicação, o que já ajuda a aliviar, porque além do desconforto dos pelos sendo atingidos pelo laser, o aparelho ainda esquenta o rosto.
Os pelos ficam meio " esturricados" e o rosto, levemente avermelhado. Mas nada gritante. A única maquiagem que passei após a sessão foi batom, prefiro não passar nada na área de aplicação no mesmo dia, porque fica mais sensível.

Os resultados estão vindo aos poucos, mas estou satisfeita. Com meus hormônios controlados, é só uma questão de tempo.
Pra quem tem dúvidas sobre fazer ou não, eu indico. É um investimento que, para quem tem hirsutismo, vai além da estética. Percebe-se claramente que passa a prejudicar o emocional.

Beijos!